Goiânia é uma cidade conhecida por seu planejamento inicial e suas áreas verdes, mas quem circula por suas ruas e avenidas frequentemente se depara com um elemento que destoa desse cenário: as barreiras de concreto, popularmente conhecidas como blocos New Jersey. Utilizadas para bloquear vias e direcionar o trânsito após alterações no fluxo, essas estruturas deveriam cumprir um papel estritamente temporário. O problema surge quando o improviso ganha status de permanência. Em vez de funcionarem como uma sinalização rápida enquanto obras definitivas são executadas, esses blocos muitas vezes acabam se eternizando nos locais instalados. Essa realidade pode ser observada de perto por quem passa por pontos cruciais da capital, como a Rua Jaraguá com a Castelo Branco, na Ponte do Residencial Forteville, além de outros pontos de Goiânia e em especial na Avenida Universitária, onde a intervenção com os blocos New Jersey remonta à gestão do ex-prefeito Iris Rezende e permanece lá até hoje. O consolo, se é que existe, é que, apesar de comprometer seriamente a estética e a harmonia visual da capital, esse problema não é exclusividade de Goiânia, sendo uma realidade que infelizmente se repete em muitas outras cidades do País. zerooudez.com.br
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