Bairros

Fontes e espelhos d’água de Goiânia param no vandalismo e alto custo

Espalhadas por praças e cartões-postais da capital, às 23 fontes e espelhos d’água de Goiânia passam a maior parte do tempo desligados e sem cumprir sua função paisagística. Projetadas para amenizar as altas temperaturas e embelezar os espaços públicos, essas estruturas tornaram-se alvos constantes de vandalismo, com furtos de fiação elétrica, bombas hidráulicas e bicos de aspersão, além de atos de depredação geral. Cada episódio de furto exige não apenas a reposição de peças especializadas, mas também intervenções que demandam tempo e mobilização de equipes técnicas. Esses fatores elevam expressivamente os custos de manutenção para o município, agravados pelo fato de que a compra de novos equipamentos depende de processos licitatórios tradicionalmente lentos. Uma alternativa viável para contornar o problema seria a concessão ou adoção dessas estruturas pela iniciativa privada, com contrapartidas como a veiculação de publicidade padronizada no mobiliário urbano das praças.     zerooudez.com.br