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Nota Zero: A herança das “amarelinhas castigam Goiânia

As últimas gestões de Goiânia,  incluindo as duas de Iris Rezende, a de Paulo Garcia e a de Rogério Cruz,  apresentaram um método comum no que se refere à mobilidade urbana. Espera-se que, a partir deste segundo ano da gestão de Sandro Mabel, essa prática mude: o uso excessivo de barreiras de concreto amarelas (tipo New Jersey). Instaladas inicialmente de improviso em vários pontos da capital para substituir obras viárias definitivas, a maioria absoluta delas acaba se tornando fixa. Apesar de resolverem parcialmente o problema de bloqueio de vias, elas trazem consequências negativas: causam acidentes quando mal sinalizadas, comprometem o visual da cidade e, por vezes, são deslocadas pelos próprios motoristas. Goiânia mantém esses equipamentos instalados desde a gestão de Iris Rezende em locais como a Avenida Universitária e a Avenida Anhanguera (no Jardim Novo Mundo). Na gestão atual, já  foram algumas foram  colocadas  para fechar o cruzamento da Castelo Branco, com a Jaraguá, mas não é raro encontrar elas fora do local seguro. 

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