Em apenas oito dias, em dois episódios em diferentes regiões de Goiânia, coletores de lixo foram covardemente agredidos por moradores. Em uma das ocorrências, o funcionário da Limpa Gyn, Thales Rangel Tavares de Souza, sofreu um corte na cabeça e precisou ser encaminhado a um hospital. Esse não é o único tipo de agressão que esses trabalhadores da limpeza urbana vêm sofrendo há anos. O cotidiano deles é marcado por acidentes graves causados por materiais perfurocortantes, medicamentos expostos e lixo hospitalar descartados de forma negligente pela população, colocando a saúde pública e a integridade física dos garis em constante perigo. zerooudez.com.br
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