Goiânia conta hoje com 23 fontes ornamentais( Fontes de água) distribuídas por diferentes regiões, como Centro,Vila Nova, Setor Bueno e Jardim Goiás. Mas o cenário atual é de alerta. Embora a Comurg realize manutenções diárias, a maioria dessas estruturas permanece desligada o tempo todo. O motivo central é o vandalismo e o descarte irregular de lixo, que bloqueia o escoamento e danifica o sistema. O prejuízo é tanto estético quanto financeiro. A recuperação e manutenção exige investimentos altos em peças furtadas e em produtos químicos caros, como o sulfato de cobre, a barrilha e o cloro. A realidade é dura: quem visitar as fontes agora verá que menos de 50% estão em funcionamento. O custo desse reparo constante é tão elevado que, se economizado, permitiria à prefeitura entregar uma praça nova por mês à população. Esse desafio não é só de Goiânia, outras cidades brasileiras compartilham o mesmo problema.

