Goiânia ainda mantém abrigos de ônibus construídos com pesadas armações de concreto, estruturas que já protagonizaram tragédias no passado recente, como a queda que vitimou um usuário no Setor Urias Magalhães. Apesar do perigo evidente, esses abrigos continuam de pé em diversos pontos da capital, como nos setores Pedro Ludovico e Residencial Olinda. Além do risco à segurança, a falta de padronização é visível: em toda a cidade, convivem diferentes modelos de coberturas, evidenciando a ausência de um projeto urbanístico uniforme e definitivo para essa questão.
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