O projeto de revitalização do Parque Lago das Rosas, um dos cartões-postais mais antigos de Goiânia, virou palco de um tenso debate entre a preservação ambiental e a segurança urbana. Inconformados com a previsão de corte de árvores no local, moradores do Setor Oeste decidiram dar voz à natureza: penduraram cartazes e letreiros nos troncos condenados, com apelos diretos como “Estou viva, não me mate”. Por outro lado, a Prefeitura sustenta que a intervenção é estritamente técnica. Segundo a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), as árvores marcadas para remoção passaram por uma avaliação rigorosa que constatou risco iminente de queda, ameaçando a integridade física dos frequentadores do parque. Diante da resistência popular, o prefeito Sandro Mabel tomou uma decisão. “O chefe do Executivo municipal garantiu que os cortes só serão suspensos se alguma instituição ou entidade defensora da permanência das árvores condenadas assine um termo formal de responsabilidade jurídica. Na prática, quem quiser salvar os exemplares condenados terá que assumir as consequências civis e criminais por eventuais acidentes, danos a veículos ou ferimentos a pedestres caso as árvores venham a cair. zerooudez.com.br
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